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H.G.N. Advocacia  ·  Direito público e contencioso estratégico

Do contencioso contra a União à liquidez do crédito reconhecido.

Banca dedicada ao direito administrativo e ao contencioso estratégico, com atuação perante os tribunais superiores, em Brasília. Conduzimos teses de ressarcimento de prestadores de serviço público, discussões sobre contratos administrativos e a estruturação dos créditos delas decorrentes.

R$ 6 bi

em valor de causa nas teses conduzidas contra a União e suas autarquias.

+5 mil

ações judiciais em que a banca atua, para prestadores de serviço público e contratados da Administração.

R$ 10,5 bi

em direitos creditórios analisados e estruturados ao longo da trajetória do fundador.

Valor de causa corresponde à soma dos valores atribuídos às ações coletivas em curso conduzidas pela banca; o volume em direitos creditórios refere-se a operações analisadas e estruturadas ao longo da trajetória profissional do sócio fundador. Nenhum dos números expressa resultado obtido, esperado ou garantido.

O escritório

Banca de direito administrativo e contencioso estratégico, dedicada à relação patrimonial entre o particular e o Estado. Atuação nacional, com advogados parceiros em mais de vinte estados.

Conhecer a banca

Atuação

Ressarcimento de prestadores de serviço público, contratos administrativos, responsabilidade do Estado, precatórios e estruturação dos créditos reconhecidos.

Ver as áreas

Tribunais

Condução da tese da primeira instância ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, com memorial e sustentação oral em Brasília.

Via recursal

I — A banca

Direito público,
com leitura de mercado.

A H.G.N. Advocacia é um escritório de direito administrativo e contencioso estratégico. Nossa prática nasce da relação entre o particular e o Estado.

Representamos hospitais, entidades filantrópicas, prestadores de serviço público, empresas contratadas pela Administração e entes federativos que têm valores a receber da União e não os recebem — ou os recebem em montante inferior ao efetivamente devido, por defasagem de tabela, por ruptura do equilíbrio contratual ou por ato administrativo que impõe perda patrimonial.

Conduzimos essas discussões do ajuizamento ao trânsito em julgado, com atuação perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal, em Brasília, onde as teses de alcance nacional efetivamente se consolidam.

Reconhecido o crédito, começa um segundo problema, que a maioria dos escritórios não trata: convertê-lo em recurso disponível. Precatório, requisitório e crédito judicial são títulos ilíquidos, e a banca atua também nessa etapa — com o rigor documental do contencioso e o método de precificação de uma mesa de operações.

A atuação da banca é nacional. Mantemos parceria com advogados locais em mais de vinte estados brasileiros, o que nos permite estar fisicamente presentes onde cada processo tramita — em audiência, em despacho com o magistrado, em diligência junto ao órgão público. O cliente conta, ao mesmo tempo, com a condução centralizada da tese por esta banca e com um profissional na comarca, que conhece o juízo, o tribunal e as práticas locais.

+20

Presença nacional

Advogados parceiros em mais de vinte estados, para atuação presencial nas comarcas em que os processos tramitam, com a tese conduzida de forma centralizada pela banca.

Uma tese só se completa quando o crédito reconhecido se converte em recurso disponível.

II — Administrativo

Contencioso administrativo contra a União.

A União contrata, regula e tabela. Quando a remuneração por ela fixada não cobre o custo do serviço efetivamente prestado, ou quando o contrato administrativo perde o seu equilíbrio econômico-financeiro, existe crédito a ser reconhecido em juízo.

É essa a discussão que conduzimos. Não se trata de pleitear favor da Administração, mas de exigir a contraprestação devida por serviço prestado, por obrigação contratual assumida ou por dano patrimonial imposto por ato estatal — com prova pericial e contábil que demonstre, valor a valor, a diferença entre o que foi pago e o que era devido.

Atuamos perante a Justiça Federal, os Tribunais Regionais Federais e os tribunais superiores, e também na esfera administrativa, perante os órgãos de controle e as entidades da Administração direta e indireta.

01

Ressarcimento de prestadores de serviço público

Recomposição dos valores pagos a hospitais, entidades filantrópicas e prestadores conveniados por serviços executados em nome do Estado, quando a tabela remuneratória não acompanha o custo real do atendimento.

02

Equilíbrio econômico-financeiro de contratos administrativos

Reajuste, revisão e reequilíbrio por álea extraordinária, pleitos de repactuação, recomposição de custos e discussão de índices aplicados ao contrato.

03

Inadimplemento contratual pela Administração

Cobrança de faturas não pagas, atrasos de repasse, glosas indevidas, retenções na execução do contrato e consequências da rescisão unilateral.

04

Responsabilidade civil do Estado

Reparação de dano patrimonial decorrente de ato, omissão ou intervenção estatal, inclusive por alteração normativa que frustra a equação econômica do particular.

05

Intervenção do Estado na propriedade e no domínio econômico

Desapropriação e justa indenização, tabelamento de preços e fixação de valores por ato administrativo, com discussão de juros compensatórios, moratórios e critério de correção.

06

Processo administrativo e órgãos de controle

Defesa em processos sancionadores, tomadas de contas, glosas e representações, com atuação perante os órgãos de controle interno e externo.

07

Precatórios e requisitórios

Desfecho financeiro da condenação contra a Fazenda Pública: expedição, habilitação, ordem cronológica, compensação, tributação e cessão do crédito.

III — Contencioso

Contencioso estratégico.

Litígio de alto valor não se decide pelo rito. Decide-se pela coerência entre a tese, a prova e a rota recursal — desenhadas juntas, antes do ajuizamento.

Chamamos de contencioso estratégico a condução de causas em que o resultado depende, sobretudo, de escolhas feitas no início: qual tese sustentar, perante qual juízo, com qual prova e de que modo preservar a matéria para os tribunais superiores.

Cada uma dessas escolhas abre ou fecha portas adiante. Uma tese formulada sem recorte da questão federal encerra-se na admissibilidade do recurso especial. Uma perícia mal delimitada inviabiliza a liquidação da sentença que se venceu. Um pedido dimensionado sem critério convida à sucumbência recíproca e reduz o proveito econômico da causa.

Por isso desenhamos o caso de trás para frente: partimos do resultado pretendido e do precedente capaz de sustentá-lo, e retrocedemos até a petição inicial.

O recurso especial começa a ser escrito na petição inicial.

  1. 01

    Desenho da tese

    Recorte da questão jurídica, seleção do fundamento e antecipação dos óbices sumulares que ela enfrentará no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal.

  2. 02

    Prova e liquidez

    Definição do objeto da perícia contábil e do acervo documental que tornam a futura sentença líquida, certa e executável sem nova fase de discussão.

  3. 03

    Foro e dimensionamento do pedido

    Escolha da via processual e do juízo competente, delimitação das partes e do pedido, com atenção aos efeitos sobre sucumbência, prescrição e proveito econômico.

  4. 04

    Rota recursal

    Prequestionamento desde a inicial, acompanhamento de temas repetitivos e de repercussão geral e preparação do memorial — a etapa detalhada na seção seguinte.

IV — Tribunais superiores

A consolidação da tese em Brasília.

As discussões de maior relevância patrimonial não se encerram nas instâncias ordinárias. O desfecho depende de uma etapa própria, com regras próprias: admissibilidade, prequestionamento, delimitação da questão federal ou constitucional e sustentação do precedente perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal.

Etapa 01 · Justiça Federal

Primeira instância

Ajuizamento, produção de prova pericial e contábil que quantifica a diferença devida, e sentença.

Etapa 02 · TRF

Tribunal Regional Federal

Apelação, remessa necessária e formação do acórdão que servirá de base à via extraordinária.

Etapa 03 · STJ

Superior Tribunal de Justiça

Recurso especial: delimitação da questão federal, prequestionamento e enfrentamento dos óbices sumulares de admissibilidade.

Etapa 04 · STF

Supremo Tribunal Federal

Recurso extraordinário: questão constitucional, repercussão geral e formação do precedente de alcance nacional.

Peças e atos da via recursal

Recurso especialRecurso extraordinárioAgravo em recurso especial e extraordinárioAgravo internoEmbargos de declaração prequestionadoresPedido de distinçãoSobrestamento por tema repetitivoMemorial de julgamentoSustentação oral
Supremo Tribunal FederalCongresso NacionalPalácio do Planalto

V — Teses

As teses conduzidas contra a União.

Todas nascem da mesma raiz: valores devidos pelo poder público e não pagos, ou pagos a menor. A banca conduz diretamente onze teses coletivas, que representam centenas de clientes e totalizam mais de R$ 6 bilhões em valor de causa, do ajuizamento ao cumprimento de sentença.

Recomposição de tabela — SUS

Tabela SUS

Defasagem da tabela de procedimentos e recomposição dos valores pagos aos prestadores da rede conveniada.

Psiquiatria

Recomposição dos valores de internação e de atendimento psiquiátrico prestados ao Sistema Único de Saúde.

UTI

Recomposição dos valores de diária e de procedimentos em unidade de terapia intensiva.

Obstetrícia

Recomposição dos valores de parto e de assistência obstétrica prestados na rede conveniada.

TUNEP

Tabela Única Nacional de Equivalência de Procedimentos aplicada ao ressarcimento dos serviços prestados.

Demais tabelas

Subteses de recomposição por especialidade, apuradas individualmente conforme o histórico de faturamento do prestador.

Tributário e direito público

URV

Diferenças remuneratórias decorrentes da conversão de vencimentos em Unidade Real de Valor e seus reflexos.

IAA

Créditos relacionados ao antigo Instituto do Açúcar e do Álcool e à fixação de preços no setor sucroalcooleiro.

PIS / COFINS

Discussões sobre a composição da base de cálculo das contribuições e a recuperação do indébito correspondente.

CSLL

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido: base de cálculo, incidências indevidas e repetição do indébito.

FPM

Fundo de Participação dos Municípios: apuração de diferenças de repasse e recomposição dos valores devidos.

Desapropriação

Justa indenização em ações expropriatórias, com discussão de juros compensatórios, moratórios e correção.

Atuação direta

As teses acima são conduzidas diretamente pela banca, com acompanhamento do advogado responsável do ajuizamento ao cumprimento de sentença.

Atuação indireta

A banca participa ainda, de forma indireta, de mais de trinta outras teses, por meio de estruturação de dívida, operações no mercado financeiro e intermediação de negócios entre titulares, investidores e escritórios.

VI — Reestruturação

Patrimônio no balanço,
liquidez ausente em caixa.

Parcela relevante das empresas que recorrem ao mercado de crédito detém ativo expressivo e nenhuma liquidez. O obstáculo raramente está no ativo: está no passivo que onera o cedente e leva o adquirente a recuar.

Um precatório, um crédito judicial ou uma carteira somente alcançam preço adequado quando o titular é elegível. Havendo execução fiscal em curso, reclamatória trabalhista com risco de penhora ou dívida bancária com garantia cruzada, o adquirente identifica risco de constrição sobre o próprio ativo: o deságio se amplia ou a operação não se realiza.

Atuamos, por isso, nas duas pontas. Preparamos o ativo e preparamos o cedente: levantamos a integralidade do passivo, dimensionamos o risco de constrição, renegociamos as obrigações que inviabilizam a operação e apresentamos ao mercado um cedente em condições de ser aceito pelo adquirente.

A estruturação financeira é conduzida junto ao mercado, em colaboração com nossos parceiros e consultorias especializadas.

01

Passivo trabalhista

Reclamatórias em curso, acordos homologados e execuções com risco de penhora sobre o crédito a ser cedido.

Renegociação e composição com parcelamento compatível com o fluxo da operação, com quitação condicionada ao fechamento.

02

Passivo tributário

Execuções fiscais, débitos federais, estaduais e municipais e ausência de certidões que inviabilizam a cessão.

Transação tributária, parcelamentos, revisão de débitos e regularização cadastral até a emissão das certidões exigidas.

03

Passivo cível e contratual

Ações de cobrança, execuções de título extrajudicial e disputas com fornecedores que geram risco de bloqueio.

Composição extrajudicial, novação da dívida e desistência ou suspensão condicionadas à liquidação da operação.

04

Passivo bancário e financeiro

Dívidas com garantia cruzada, alienação fiduciária e covenants que gravam justamente o ativo que se pretende vender.

Repactuação de prazos e encargos, substituição e liberação de garantias, com anuência formal do credor.

05

Pendências societárias e de titularidade

Cadeia de titularidade incompleta, sucessão não formalizada e falta de poderes para assinar a operação.

Regularização da cadeia dominial do crédito, habilitação de sucessores e organização dos atos societários e procurações.

Concluída a preparação, o cedente apresenta ao adquirente um ativo regular e um titular elegível — elementos que determinam a formação do preço.

Tem um crédito contra o poder público parado?

Envie a descrição do ativo e da fase processual. Retornamos com uma análise preliminar de viabilidade.

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VII — Demais frentes

O que fazemos além do contencioso.

As frentes principais da banca estão descritas nas seções anteriores — contencioso administrativo, contencioso estratégico, atuação nos tribunais superiores, teses e reestruturação de passivos. Reunimos abaixo as demais.

01

Consultivo em direito público

Pareceres sobre atos administrativos, processo administrativo, licitações e viabilidade jurídica de pleitos perante a Administração, antes que o litígio se instale.

02

Direitos creditórios e cessão

Estruturação de operações de venda e cessão do crédito reconhecido: instrumentos, condições precedentes, garantias, registro, notificações e obrigações de pós-fechamento.

03

Financiamento de litígios (litigation finance)

Modelagem contratual do financiamento da causa: exame do processo, alocação de risco entre financiador e titular, governança do acordo e regras de saída.

04

Ativos estressados (special situations)

Análise e estruturação jurídica de ativos deteriorados, litígios de alto valor e situações de inadimplência complexa, com interlocução entre credores e Judiciário.

05

Pareceres para operações (legal opinions)

Emissão de opinião legal para lastro de operações, comitês de investimento, compliance e auditoria, com delimitação expressa de premissas e de escopo.

VIII — Método

Do exame documental ao fechamento da operação, em quatro etapas.

A sequência é invariável. Varia apenas a profundidade de cada etapa, conforme a dimensão e a complexidade da operação.

  1. ETAPA 01

    Diagnóstico

    Levantamento documental do crédito e do cedente: origem, cadeia de titularidade, histórico processual e mapa completo do passivo.

  2. ETAPA 02

    Leitura de risco

    Fase processual, prazo estimado, probabilidade de reforma e risco de constrição — penhora, compensação e concurso de credores. Nesta etapa o processo é convertido em variável de precificação.

  3. ETAPA 03

    Preparação e estruturação

    Renegociação das obrigações que inviabilizam a operação, redação dos instrumentos, definição de condições precedentes, garantias e fluxo de pagamento.

  4. ETAPA 04

    Execução e reporte

    Registro, habilitação, notificações, acompanhamento processual e reporte periódico ao cliente até o encerramento da operação.

IX — Rede

Atuação coordenada com consultorias e escritórios parceiros.

A banca responde pela frente jurídica e coordena, junto a consultorias e escritórios parceiros, as demais frentes que a operação exige — da originação e do valuation do ativo à negociação com credores e à colocação junto ao mercado financeiro. A essa rede soma-se a parceria com advogados locais em mais de vinte estados, que assegura presença próxima ao cliente nas comarcas em que os processos tramitam.

Cada parceiro atua em nome próprio, dentro da respectiva área de habilitação e sob contrato específico. A H.G.N. Advocacia responde pela coordenação jurídica do caso e da operação. Não há sociedade, fusão ou vínculo societário entre a banca e os escritórios e consultorias parceiros.

X — Fundador

Helyfelys Nascimento

Sócio fundador

Advogado com atuação concentrada na interseção entre direito e mercado financeiro.

Conduziu a análise e a estruturação jurídica de operações que somam mais de R$ 10,5 bilhões em direitos creditórios, atuando junto a fundos, gestoras, cedentes e investidores institucionais em cessões, financiamento de litígios e reestruturação de passivos.

Sua prática associa o rigor documental do contencioso à lógica de precificação da mesa de operações — orientação que hoje define o método de trabalho da banca e a coordenação da rede de consultores e escritórios parceiros.

XI — Contato

Encaminhe a operação para análise preliminar.

Descreva o ativo, a fase processual, o passivo existente e o objetivo pretendido. Retornaremos com uma análise preliminar de viabilidade e a indicação dos próximos passos.

Telefone / WhatsApp
+55 11 94729-6432
Escritório
Av. Regente Feijó, 944 — Conj. 1604 A
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